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  • Foto do escritorVictor Camargo

Noção de instinto em Winnicott

Atualizado: 12 de abr. de 2021

Como Winnicott compreende o ID ?



Instinto, ou id, para Winnicott são poderosas forças biológicas que vêm e voltam e exigem ação, neste sentido, assemelham-se ao instinto dos animais. Isto quer dizer, o ser humano, tal qual o animal, passa por um estado em que o instinto surge, excita e exige satisfação.


Sendo esta satisfação alcançada, há prazer, relaxamento e um período tranquilo, caso contrário não há relaxamento e o organismo fica perturbado entre uma onda instintiva e outra. Há, no entanto, e este é um aspecto fundamental, uma diferença crucial: o ser humano é o único animal que faz uma elaboração imaginativa deste material (Winnicott, 1990, p. 57-58), isto é, atribuí sentido a esta experiência passando-a a integra-la, na saúde, a seu ego bem como as suas relações (sejam elas duais, triangulares ou múltiplas). Então, ao mesmo tempo em que observa uma semelhança biológica entre a vida instintual humana e a animal, Winnicott nota que há uma maneira de vivê-la que é tipicamente humana. Observa Loparic que é justamente esta forma de dar sentido à vida instintual, a elaboração imaginativa desta experiência, que nos alerta que Winnicott não recaiu no biologismo do tipo darwiniano, ao contrário, ele descreveu “uma atividade da psique humana que abraça as funções, as excitações e as sensações corpóreas em geral, assegurando sua unificação e organização”. (Loparic, 2007, p. 319). Esta atividade da psique é algo que pertence ao humano e o diferencia de qualquer espécie animal.


Winnicott, partindo de sua formação inicial médica e pediátrica, ao observar os processos integrativos o fez em parte com um olhar atento aos aspectos biológicos. No entanto, e este é um dos pontos que parece ter-lhe fornecido subsídios para observações tão notáveis à psicanálise, jamais os concebeu como fenômenos independentes, que ocorreriam por si só e já previamente determinados: “Não há dúvida de que existe uma tendência biológica em direção à integração, mas os estudos psicológicos da natureza humana jamais serão satisfatórios se se basearem excessivamente nos aspectos biológicos do crescimento” (Winnicott,1988,p.136).

A intermitente vida instintual, como compreende Winnicott, algo que vem e vai, uma pressão biológica, não pode ser o aspecto norteador do ser humano e, embora importante, não cobre a totalidade dos acontecimentos da vida humana.


Winnicott tece uma linha de desenvolvimento em torno dos processos do ego. Fulgencio (2013a), neste sentido, observa na obra do autor “[...]duas linhas paralelas: uma que diz respeito aos instintos e as relações que a vida instintiva impulsiona e determina, e outra, a que constitui o ego e seus desenvolvimentos, ou, também caracterizável, como a linha identitária [...] ( p. 6).


Estas linhas paralelas, na obra de Winnicott, são aspectos que, na saúde, tornam-se complementares, integram-se ao longo do processo de desenvolvimento emocional : “Normalmente o id se torna aliado a serviço do ego, e o ego controla o id, de modo que as satisfações do id fortalecem o ego.” (Winnicott, 1983h, p. 41). Winnicott compreende, no entanto, que a linha instintual já foi descrita por Freud e serve para a compreensão de determinados fenômenos e patologias (neuróticas) em que a administração dos instintos é o aspecto principal.

A segunda linha, a dos processos do ego, é elaborada por Winnicott em decorrência de suas constatações de que uma série de processos não poderiam ser descritos no âmbito das relações interpessoais e da administração dos instintos.


É, portanto, observando a descrição do ser humano por meio dos instintos como incompleta, que Winnicott sugere fazê-la por meio do ego e da dependência. Creio ser útil alertar, novamente, que tal proposta não propõe um descarte ou uma substituição, o autor oferece uma ampliação do modelo psicanalítico.


Dentro desta linha, embora a proposta aqui seja tratar dos instintos, ou do id, não podemos abordar este assunto sem alusão ao ego e a forma como Winnicott utiliza-o em sua obra. Winnicott compreende e utiliza a palavra ego “para descrever a parte da personalidade que tende, sob condições favoráveis, a se integrar em uma unidade” (Winnicott, 1983f, p. 55), ao longo de sua obra o termo ego é utilizado como sinônimo de uma tendência à integração (Fulgencio, 2013b) que, embora existente desde o nascimento, a princípio não é ainda uma unidade ou uma entidade organizada que exista por si só. Ao fazer menção as imprescindíveis condições favoráveis, Winnicott está aludindo ao fato da dependência do ambiente, a qual o ser humano está sujeito ao longo de toda sua existência. A vida instintual na maturidade, portanto, não é nem vivida como uma satisfação por si só- uma descarga, um alívio de tensão ou processo biológico dominante- e nem como uma força que move o ser humano independente de qualquer outra necessidade, ela trata-se de um conjunto de experiências que são elaboradas imaginativamente pelo ser humano e que passam, através deste processo, a constituir um sentido para ele e sua existência.


Este processo de elaboração imaginativa e integração da vida instintual é resultante, portanto, de processos promovidos pelo ego no contato com um ambiente facilitador e não da progressão do instinto. Caso este processo seja bem sucedido, o indivíduo vive, e sente, a vida instintual como algo que pertence a sua personalidade, é neste sentido que Winnicott observa as satisfações do id fortalecendo o ego sendo que, na patologia, ao contrário, a vida instintual ( suas excitações, as necessidades de descarga e a elaboração imaginativa deste processo ) não integrada pode vir a representar uma perturbação, tendo que ser inibida ou vivida com pesares.


Por meio desta descrição, Winnicott está sugerindo que o ser humano pode ser melhor descrito em torno de seu ego e sua tendência à integração sendo que, ao olharmos para este campo, encontraremos, também, a vida instintual, mas esta é melhor avaliada se amealhada antes aos processos do ego do que se buscarmos sua progressão por si própria. Neste sentido, Winnicott observa que podemos notar a função instintiva ocorrendo por si só, como no caso de um bebê anencefálico onde podem ser observadas excitações localizadas, no entanto, para ele


“[...]não faz sentido usar a palavra ‘id’ para fenômenos que não são registrados, catalogados, vivenciados e eventualmente interpretados pelo funcionamento do ego.” (Winnicott, 1983f, p. 55), ou seja, o ego dá sentido aos fenômenos, a experiência, por isto Winnicott entende que “Não há id antes do ego [...]”. (Winnicott, 1983f, p. 55).



Esta forma de observar o instinto, na qual ele só existe para o indivíduo após um reconhecimento do ego, ou seja, um processo de registro, de interpretação, torna-se mais compreensível ao notarmos o fato de que, para Winnicott, o instinto é essencialmente o mesmo desde os primórdios, o que muda\progride é o modo de relação do indivíduo. Aquilo que é registrado, catalogado, conforme as experiências ocorrem, e o desenvolvimento prossegue com a conquista de novas capacidades, passa a ser registrado e catalogado de uma maneira nova, desta maneira, o processo de amadurecimento emocional do ser humano o faz deparar-se com diferentes formas de elaboração da experiência instintiva conforme sua idade (maturidade) emocional.


Observando que, por um lado, o instinto do homem assemelha-se ao do animal, mas por outro, a existência de um aspecto diferencial, que consiste na elaboração imaginativa que o ser humano faz deste conteúdo, sendo este processo essencialmente promovido pelo ego e sua tendência à integração, Winnicott nota que o ser humano ,em seu processo de amadurecimento ao longo do tempo, depara-se com um fato que o animal não é capaz de fazê-lo.


Ao perceber que os instintos advêm de si e que, durante sua satisfação, além de prazer, geram também consequências, o ser humano tem a capacidade de deparar-se com o fato da ambivalência. Winnicott não discorda da presença dos fenômenos do id, isto é, um período preparatório, excitação, descarga e relaxamento, o autor, no entanto, o faz atento ao fato de que devemos observar o modo como o ser humano, de forma única na natureza, tem a capacidade de vir a criar consideração pelas consequências de sua satisfação. Mais do que como ele fez para livrar-se da excitação promovida pela onda instintiva, neste contexto, é a elaboração desta experiência que ocupa o animal humano e fornece indícios do seu crescimento emocional.


O estágio do concern, ou a posição depressiva, é o momento em que o ego iniciará a avaliação das consequências de suas experiências instintivas. Não irei me aprofundar aqui nos processos que envolvem esta etapa, mas chamo atenção para o fato de o animal humano passar, de forma única na natureza, de um estado de não consideração a outro em que, justamente por entrar em contato com a ambivalência e com o fato da dependência, passa a levar em consideração, isto é, passa a ter responsabilidade sobre sua vida instintiva e sua satisfação, sendo este, um processo que pertence ao ego e não ao desenvolvimento do instinto, que é, e permanece sendo, sempre o mesmo. Winnicott (1990, p. 60) diz:


É mais correto dizermos que o bebê se transforma, sendo ruthless (‘implacável’) no início, e tornando-se mais tarde capaz de concern (preocupação). A ambivalência tem mais a ver com mudanças no Ego do bebê que com o desenvolvimento do Id (ou instintos).


Espero ter deixado claro: é o ser humano, por meio de sua relação\elaboração com o ambiente, que se transforma, se desenvolve, conquista capacidades e progride, não o instinto.


Uma vez explicado que Winnicott dá ênfase aos processos de desenvolvimento do ego ao invés de fazê-lo por meio dos instintos, creio ser necessário algumas características adicionais sobre como o ser humano vive sua vida instintual de início a fim de que fique mais claro como, ao longo do tempo, esta relação tende a transformar-se. Já mencionado, o instinto humano nesta definição não é muito diferente do animal, outra característica é que, para Winnicott, focado na elaboração que o ser humano faz desta experiência, o aspecto mais importante não é decidir se “há um único instinto ou se eles são dois, ou se existem às dúzias.” (Winnicott, 1990, p. 58). Neste sentido, Loparic (2007, p. 318) observa que Winnicott teria chego perto de um monismo instintual primitivo, aproximando-se, neste ponto, mais a Jung (1875-1961) do que a Freud e o dualismo instintual constantemente reafirmado ao longo de sua obra. Este instinto único é composto, para Winnicott, de uma combinação de elementos amorosos e destrutivos, eles são, de início, indistinguíveis sendo que, neste contexto, os componentes destrutivos ou agressivos não derivam majoritariamente da raiva que decorre da frustração. Referindo-se aos efeitos da constatação das consequências do instinto e sua forma bruta, em uma nota de pé de página, Winnicott explica que

“no momento, encontro-me diante da necessidade de admitir a existência de uma agressividade primária e um impulso destrutivo, que é indistinguível do amor instintivo, apropriado ao estágio muito precoce de desenvolvimento do bebê” (Winnicott, 1990, p. 99), ou então, em outro texto, “A agressividade faz parte da expressão primitiva de amor” (Winnicott, 2000a, p. 289).


Winnicott, ao unir aspectos amorosos, eróticos ou libidinais a elementos destrutivos e\ou agressivos, sugere que, de início, no momento em que o instinto surge exigindo satisfação, embora o ato de satisfazer-se tenha para o observador um caráter agressivo - como quando notamos um bebê mamando avidamente ao seio-, o bebê não tem a intenção destrutiva relacionada a um objeto. A capacidade para agredir algo ainda não foi alcançada, embora o bebê destrua as coisas ele o faz de forma despreocupada e sem intenção uma vez que, dentro de sua imaturidade, ele ainda não percebe que existe algo para além dele próprio. Nota-se que ele não está relacionando-se, no início da vida, com objetos possuidores de características distintas, isto é, um que é sumariamente amado por satisfazê-lo e outro odiado com toda intensidade por frustrá-lo, o objeto é subjetivo, só existe dentro de sua ilusão de onipotência e surge apenas no momento de sua necessidade, uma vez satisfeito, ele deixa de existir.


A característica essencial, aqui, é que não estamos lidando com a intenção de destruir um objeto não-eu, Winnicott denomina esta ação, que deriva do simples fato de existir (e da necessidade de continuar existindo), de impulso amoroso primitivo, trata-se de “um amor primitivo em funcionamento num período em que não é possível ainda a aceitação da responsabilidade[...] se a destruição é parte do objetivo do impulso do id, sua presença ali é meramente incidental à satisfação.” (Winnicott, 2000a, p. 296). Em outro texto, Winnicott demonstra como sua ênfase recai mais sobre os processos do ego, bem como ao sentido que é dado a experiência, do que a possíveis transformações do id, ao definir o que é o amor ele postula a seguinte sequência:


À medida que a criança cresce, o significado do termo ‘amor’ vai se alterando, ou enriquecendo com novos elementos:

(i)Amor significa existir, respirar; estar vivo.

(ii)Amor significa apetite. Aqui não há preocupação, apenas necessidade de satisfação.

(iii)Amor significa o contato afetuoso com a mãe.

(iv)Amor significa a integração (por parte da criança ) do objeto da experiência instintiva com a mãe integral do contato afetivo; o dar passa a relacionar-se ao receber, etc.

(v)Amor significa afirmar os próprios direitos à mãe, ser compulsivamente voraz, forçar a mãe a compensar as (inevitáveis) privações por que ela é responsável.

(vi)Amar significa cuidar da mãe(ou do objeto substituto) como ela cuidou da criança – uma prefiguração da atitude de responsabilidade adulta. (Winnicott, 1997b, p. 19).


Nesta sequência Winnicott descreve a forma como o ser humano faz a elaboração de seu amor, isto é, como ao progredir ao longo de seu processo de desenvolvimento ele ganha novos significados, mesmo que, em essência, esse elemento conserve características de seu estado inicial. Nota-se que a forma de amor aí referida nos primeiros estágios equivale ao oque ele chama de impulso amoroso primitivo em outros artigos. Tal qual com o fenômeno do concern, Winnicott varia os termos que dizem respeito ao mesmo fenômeno, por vezes isto deve-se a etapa do desenvolvimento do indivíduo, “A linguagem de uma parte específica é inadequada para outras” (Winnicott, 1990, p. 52), já em outras, é possível que o

autor estivesse procurando o termo que melhor descrevesse sua ideia. Em outro texto, por exemplo, o termo utilizado é “impulso agressivo destrutivo global [...].” (Winnicott, 1983b, p. 71).

Creio que, tal qual o método utilizado para compreendermos a etapa do concern em meio as variações semânticas na obra do autor, o importante é nos atentarmos ao que o fenômeno busca descrever, neste caso, Winnicott está introduzindo a ideia de que de início ,ao deparar-se com as exigências de satisfação do instinto, o ser humano busca sua satisfação desprovido da intenção de agredir alguém, embora o observador note elementos agressivos, trata-se de um equívoco atribuir ao lactente algum tipo de juízo que o permitiria dirigir ódio a alguém. Nesta linha, são os processos e o desenvolvimento do ego (em contato com um ambiente que facilitador) que, por meio da elaboração imaginativa que é feita das experiências em que o instinto esteve envolvido, tornam o instinto menos primitivo conforme o ser humano amadurece e chega à capacidade de criar consideração (concern).

Por último, menciono a analogia que Winnicott faz entre o ego e a vida instintiva. Em relação a esta constante relação que se dá entre o ego e o instinto, entre o self(s) e (o reconhecimento e uso da) vida instintiva, Winnicott (1975, p. 137) nota, fazendo uma analogia com a situação de montaria, que é o cavaleiro que deve cavalgar o cavalo (ao invés de ser esmigalhado pelo quadrupede), ou seja, os instintos, na saúde, devem servir ao ego.


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